Paramotor ou Paratrike
Tanto o paramotor quanto o paratrike são aeronaves de asa flexível motorizadas, classificadas como ultraleves na categoria RBAC 103 pela ANAC. A principal diferença entre eles está na forma como o motor é integrado ao equipamento e na experiência de voo que proporcionam.
Paramotor: O motor é acoplado a um suporte rígido (gaiola) que o piloto veste nas costas, como uma mochila. É uma opção mais leve e compacta, ideal para quem valoriza a praticidade e a sensação de voo mais próxima do parapente. O piloto corre para decolar, o que exige um pouco mais de preparo físico.
Paratrike: O motor é montado em um chassi de três rodas (trike), sobre o qual o piloto se senta. O piloto utiliza os pés em pedais ou comandos de mão para dirigir o equipamento no solo. O paratrike oferece maior conforto, estabilidade e facilidade nas decolagens e pousos, sendo muito procurado por quem busca uma experiência de voo mais tranquila ou tem limitações físicas para correr.
Ambos os equipamentos são permitidos no Brasil dentro da regulamentação de ultraleves (RBAC 103). Para pilotar, é necessário realizar um curso teórico e prático em uma escola credenciada pela ANAC e obter o Certificado de Aeronavegabilidade Desportiva (CAD) para o equipamento.
A escolha entre paramotor e paratrike depende do seu perfil, orçamento e objetivos de voo. Na FPDF, incentivamos todos os interessados a conhecerem ambas as modalidades antes de decidir. Entre em contato conosco para agendar um voo duplo experimental ou visitar nossa sede.